|
(Artigo publicado no Jornal de Notícias, edição de 30 de Março de 2000) |
|
O desabafo é de Manuel Gonçalves que, embora presidente da Junta de Freguesia de Palaçoulo, sofre, também, o drama de um industrial "muito atrapalhado" para arranjar pessoal para as empresas, de tanoaria e de construção civil, que gere em parceria com o irmão, Arnaldo Gonçalves.
"Andamos há um mês à procura de pessoal para admitir e não conseguimos arranjar, nem a muitos quilómetros daqui", explicou Manuel Gonçalves.
Além de toda a gente ter emprego, naquela freguesia, as aldeias vizinhas ainda têm falta de população, propriamente dita, o que faz «disparar» os salários.
"O salário médio, na tanoaria, ronda os 80 mil escudos mensais, o que é bastante bom", garantiu o empresário.
Na cutelaria, segundo adiantou Silvestre Marques, da fábrica Martins, os valores também andam "bastante acima do salário mínimo nacional".
Última actualização: 4 de Abril de 2000
Autora: Erika Nunes (Jornal de Notícias)
Responsável: Reis Lima Quarteu