Imagens e Escultura
O factor de extensão do culto de um Santo consiste, evidentemente, na sua fama. Pouco a pouco o mártir torna-se um modelo, solicita-se a sua intercessão junto de Deus.  O culto prestado aos mártires leva consigo rapidamente (desde finais do séc IV) a veneração das relíquias.

Progressivamente o culto dos mártires se expande para lá dos lugares onde se veneram os seus restos; eles têm o seu dia em toda a igreja. 

Durante longo tempo,  o culto dos santos apareceu como uma simples extensão do dos mártires.

S. Paulo
Séc. XVII  Igreja Matriz de Rabal

Madeira,  pigementos (cores: Azul, vermelha, dourado e róseo)Vidro. 
Vulto inteiro maciço e policromado. 
Olhos de vidro

Repintado recentemente

São Sebastião
Séc. XVIII - Igreja de Matriz de Vinhais

Madeira, pigmentos (cores: Verde, branco, róseo),Vidro.
Vulto inteiro policromado

Razoável estado de conservação

Obs: Carnações  repintadas a tinta plástica. Haste da esquerda e haste pequena á direita, paridas. Fendas na base.

Nossa senhora do Rosário
Séc. XVIII - Igreja de Montesinho 

Madeira, pigmentos (cores: azul, rosa, castanho, dourado)Prata. Vidro. 
Vulto inteiro policromado, olhos de vidro. Filigrana de prata.

Razoável estado de conservação

Rainha Santa Isabel
Séc. XVII - Igreja da Misericórdia - Bragança

Madeira, Ouro e pigmentos
(cores: Azul, Vermelho, cinzento e róseo).
 Vulto inteiro oco, estofado e policromado

Excelente estado de conservação

Obs: Restaurada recentemente pela firma Tacula

Santa Rita de Cássia
Séc: XVIII - Igreja de Santo Cristo do Outeiro

Madeira, Ouro, pigmentos 
(cores: Róseo, preto, vermelho)
Vulto inteiro maçico, estofado e policromado

Bom estado de conservação

Obs: A peça que encontra o braço direito está a destacar-se